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O Castelo Smithsonian Abre Suas Portas para o Verão dos 250 Anos dos EUA

O Castelo Smithsonian, com 171 anos, o edifício mais antigo do National Mall, reabriu ao público no verão de 2026, permitindo o retorno dos visitantes ao seu restaurado Grande Salão e a uma exposição especial às vésperas dos 250 anos dos Estados Unidos, antes que as obras recomecem.

CulturaEquipe Editorial GNGV5 min leitura

Pela primeira vez em mais de três anos, os visitantes voltam a subir os degraus do Castelo Smithsonian. O característico marco de arenito vermelho no National Mall — o mais antigo dos edifícios do Smithsonian, concluído antes da Guerra Civil e hoje com 171 anos — reabriu ao público no verão de 2026, oferecendo ao país um caloroso reencontro com um dos símbolos culturais mais queridos de Washington.

O Castelo fechou no início de 2023 para sua primeira grande reforma em mais de meio século, um projeto abrangente para substituir sistemas mecânicos envelhecidos, melhorar a acessibilidade e reforçar a estrutura histórica para mais um século de uso. Em vez de manter as portas fechadas durante todo o esforço de vários anos, o Smithsonian optou por pausar as obras e reabrir o edifício ao longo do verão, do fim de semana do Memorial Day até 7 de setembro, para que o público pudesse aproveitá-lo no auge da temporada de visitação.

Por dentro, o restaurado Grande Salão é a estrela. Os visitantes podem admirar suas abóbadas de tijolo aparente e suas colunas de mármore recém-limpas, além de um centro de visitantes e painéis interpretativos que percorrem a história do Castelo, sua transformação e seu futuro. O momento é intencional: a reabertura se integra aos preparativos do America 250, a celebração nacional dos 250 anos do país, dando ao edifício histórico um novo papel como ponto de encontro para refletir sobre a história nacional.

A peça central é uma exposição especial, “American Aspirations”, que recorre ao vasto acervo do Smithsonian para contar essa história por meio de objetos. Entre os tesouros expostos estão a escrivaninha do presidente Thomas Jefferson e um traje de voo usado pela pioneira da aviação Amelia Earhart — artefatos cotidianos e extraordinários que, juntos, esboçam um retrato da ambição e da inventividade americanas ao longo dos séculos.

Os visitantes reagiram com encantamento. “O fato de este edifício ser tão antigo e estar tão impecavelmente conservado é impressionante”, disse um deles, Baylor Barnett, resumindo o ânimo de um público feliz por ter o marco de volta. Depois do Dia do Trabalho, o Castelo fechará novamente para concluir a reforma, mas, por um verão luminoso, está plenamente vivo — a prova de que, mesmo no meio de uma longa restauração, as instituições podem encontrar formas generosas de continuar compartilhando seus tesouros com o público a que servem.

Fontes

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